Não há um ser humano que não gere nenhum resíduo sólido que seja. O homem é o próprio produtor do lixo que tanto o atormenta. Assim como todo mundo é capaz de gerar os resíduos, é óbvio que ninguém gosta de lixo que é fedorento, que traz doenças e consiste em falta de higiene. Nas esquinas da cidade, em pontos geralmente em frente a terrenos baldios, as pessoas depositam o lixo em dia que não é dia do caminhão da limpeza pública passar e o deixam ali por dias e dias. Aquilo prolifera cheiro e traz insetos.

A coleta tem dia certo e hora. Outro ponto importante é o armazenamento correto do lixo. Muitos colocam em sacos frágeis e não amarram direito e todo o material sai para fora, sujando as ruas. Dizer que o poder público pouco se importa com o que é descartado é mentira. A coleta existe e em muitas cidades existe ainda a coleta seletiva, e já estão sendo feitos investimentos em aterros sanitários controlados. É claro que mais investimentos precisariam ser feitos. O problema do lixo, entretanto, não é só do poder público e sim de cada cidadão, porque o fato é que todo mundo gera lixo, mas ninguém o quer. Quer bem longe de si. Uma das principais atitudes que deve ser tomada é a diminuição da produção de material a ser descartado. Cada ser humano tem que ficar atento, diminuir o seu consumo e descartar menos.

A falta de educação é tão grande que como ninguém quer o lixo descartam-no para bem longe de si, na porta do vizinho, nas praças… E o que vira um caos total são as cidades e as zonas públicas. Não adianta mais falar que campanhas de conscientização sejam a principal medida a ser tomada, porque elas já existem. Da mesma forma que há multa de trânsito, deveria haver multa e até punições mais graves para aqueles que sentem o prazer em descartar o lixo em local inapropriado. Há muitas pessoas, contudo, que já se preocupam com esta questão e que a tratam em suas casas como assunto primordial. Por isso, deveria haver fiscalização e multarem as pessoas que fazem o descarte incorreto. Infelizmente, quando se mexe no bolso, parece se mexer na realidade. Deveria haver em cada bairro um local, uma sede de arrecadação do lixo e um cartão eletrônico ou físico em que a pessoa que recebe autentica que aquele morador, aquela residência, está quite com a entrega correta do lixo e caso isso não aconteça, ela sofra impedimentos descritos e assegurados por lei.

O lixo de cada um deve ser cuidado por cada um, com responsabilidade e com atitude!

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