O jornalismo investigativo é uma das especializações do jornalismo na busca de apurar a (s) verdade (s) sobre um fato ou uma sequência de fatos, fazendo com que ao chegar ao conhecimento do público se torne uma denúncia social.

No último domingo, 11 de setembro, tivemos uma matéria no Fantástico que eu denomino aqui de “Jornalismo investigativo do bem”. Existe jornalismo investigativo do mal? Claro que não. Toda a prática de investigação dentro da Comunicação Social é para o bem. É para que se chegue à prestação da função de informar a sociedade para o seu benefício. Só que, geralmente, toda matéria investigativa tem na sua temática, crimes, escândalos de corrupção e uma infinidade de temáticas que são desvios da sociedade.

A matéria “Metrô de SP acha caderno de 1920. Fantástico investiga a sua história” chamou a atenção (assista ao vídeo: http://g1.globo.com/fantastico/edicoes/2016/09/11.html#!v/5298251). Falava de um caderno de poesias do ano de 1920 deixado esses dias em uma das estações do metrô de São Paulo. Renata Ceribelli e sua produção global foram às ruas para descobrir de quem era o caderno e entregá-lo para algum familiar da autora. E conseguiram! Entregaram-no ao neto da autora. O caderno pode ser considerado uma obra e uma relíquia dos tempos em que se escreviam poesias à mão e se dava importância à leitura e à escrita cursiva manual.

O jornalismo investigativo, então, depois dessa reportagem, para mim é a prática da pesquisa em Comunicação Social que leva à somatória de dados, indícios e fatos, construindo uma narrativa que traz de um passado próximo ou distante, ecos para o presente e repercutem na vida de um grupo social.

Interessante a revisitação dos conceitos. Interessantes novas aplicações do jornalismo investigativo.

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