Jesus subiu o monte. Uma multidão foi atrás dele, sentou-se na grama. De repente, o mestre começa a falar palavras de doçura… As bem-aventuranças, caminho para um mundo novo. Felizes os que choram porque serão consolados. Com sua mensagem Jesus nos desperta a esperança e nos convida ao serviço da melhoria íntima de nós mesmos. O “Sermão da Montanha” é uma das mais belas mensagens cristãs.

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Terminada a palavra, depois de dar de comer a todo povo, Jesus se despede e nós – que estávamos lá – descemos o monte e somos enviados à vida diária, à vida do mundo. Pena que ao descer muitos se dispersaram e estão por aí muito longe de serem “felizes porque são misericordiosos e encontrarão misericórdia”.

Mesmo àqueles que se perderam ainda resta uma esperança e àqueles que não se perderam Jesus os convida na busca do reino melhor, da regeneração quando diz “felizes aqueles que tem fome e sede de justiça”.

Todos os dias é preciso olhar para cima, olhar para o monte, lá onde encontra-se Jesus. E cá de baixo devemos querer subir novamente para estarmos bem perto de nosso irmão maior. Para não só escutar as suas bem-aventuranças, que são nossas, mas trabalhar com ele na construção de nós mesmos.

Jesus subiu o monte e nós descemos quando matamos, roubamos, estupramos, violentamos, maldizemos, denegrimos, enraivecemos, sintonizamos com o mal…

A vida pública de Jesus foi muito curta, cerca de três anos. A idade de Cristo – 33 anos – é a idade que minha irmã – a Dani – está completando hoje. O que é estar em 33 anos? O que nos revela essa nossa passagem na Terra? Ah! Não! Por que sempre quando quero dizer alguma coisa preciso questionar? É preciso voltar ao monte. É preciso subir. É preciso estar perto de Jesus.

Jesus subiu o monte e nós descemos. Podemos subir novamente.

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