“Consegui o emprego que eu sempre esperava. Passou dois meses já estou querendo ganhar mais, quero subir na vida e tudo mais. O pensamento não para, fica rodando, rodando, pensando em como estarei amanhã”.

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Todas as vezes que termino de ler um livro minha vontade é escrever uma resenha sobre ele, mas na correria do dia a dia nem sempre consigo. Então hoje eu resolvi falar sobre a ansiedade, lembrando o livro de Augusto Cury, “Ansiedade: como enfrentar o mal do século”. Nele, o psiquiatra desenvolve uma teoria sobre a Síndrome do Pensamento Acelerado e é bem interessante pensarmos sobre.

Manter a mente livre é a grande dificuldade do momento, pois somos bombardeados de informações e, em excesso, gera ansiedade, fobia, aceleramento… Estamos correndo demais. Paremos um pouco.

Fica no livro a pergunta: “Como está seu eu?” Já que a mente humana é a mais complexa de todas as empresas, nosso eu muitas vezes anda desfragmentado, disperso e confuso. Estamos acelerados demais. Segundo Cury, esta complexidade da mente é tão grande que “quando não temos problemas, nós os criamos”. Parece que viver em meio às dificuldades e aos problemas virou rotina. Qual exercício podemos fazer todos os dias para nos mantermos livre mentalmente? Acredito que o principal é colocar cores em nossas vidas. Quando tudo parece atribulado é o mesmo que pairar uma nuvem muito cinza sobre nós e como fazer para dissipá-la? Pensar nas cores. Mas não cores fortes, fumegantes… Cores leves, levar a vida com menos complicação.

Admito que isso não é fácil e se estou dizendo isso é porque a grande dificuldade mora em mim. Porém, a ansiedade só é resolvida quando olhamos o agora e tentamos. Tentar é o melhor que podemos fazer, e nunca desistir. A positividade dos pensamentos vem com a prática.

Ao iniciarmos nossos dias devemos pensar nessas considerações:

– Olhemos mais para o outro. Saíamos do egoísmo. Não preocupar muito conosco, porque preocupando com os outros as coisas para nós vão acontecendo na medida certa.

– O que eu vou ser no futuro? Não importa! Importa o que eu sou agora!

– Com quem vou estar no futuro? Não importa! Importa com quem estou agora e o que estas pessoas me acrescentam.

Às vezes ficamos apegados a nós mesmos e é preciso desapegar um pouco de nós, para que energias positivas possam circular.

Um abraço!

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

CURY, Augusto. Ansiedade: como enfrentar o mal do século. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.