Tenho tido o hábito de, ao pensar em determinado assunto, buscar imagens em buscadores da internet para ver o que aparece. Interessante notar as associações que são feitas – via imagem – a determinados assuntos. Sobre o tema de hoje a surpresa foi interessante, pois ao pensar em maturidade logo vem à mente a imagem de pessoas mais velhas ou então algo ligado a vegetais e desenvolvimento de seres físicos. O bom foi que apareceu mais imagens relacionadas ao amadurecimento do ser e espiritual.

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Resolvi falar sobre esse assunto, pois a maturidade volta e meia nos cerca e nos põe à prova no decorrer da vida. Estes dias mesmo me deparei com uma situação em que precisei avaliar até que ponto estava sendo maduro.

Tive a oportunidade de assistir a um vídeo no canal do YouTube do Médico Psiquiatra Flávio Gikovate em que ele aborda a questão e muitas das reflexões tomo por base do que foi refletido pelo Dr. Flávio.

O termo “maturidade” faz relação com a idade madura, mas ao contrário do que muitos pensam não tem a ver com a idade biológica. Acredita-se que o que é comum é que com o avançar da idade se alcance a maturidade psicológica, mas não é o que sempre acontece, pois temos pessoas novas com enorme maturidade e temos pessoas velhas tremendamente imaturas.

Gikovate, baseando-se no conceito de inteligência emocional, do americano Daniel Goleman, define o conceito como uma soma de “boa tolerância a frustrações e contrariedades” e “a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa”. Quando os dois caminham juntos e passam a acontecer com frequência, pode-se dizer que a pessoa alcançou a maturidade.

A insistência na imaturidade acontece porque as pessoas não conseguem buscar a sua transformação e é preciso portanto colocar o dedo na ferida, mudar… Uma pessoa que conquista a maturidade reconhece que está em permanente processo de crescimento, é otimista, ousa e busca coisas melhores. Geralmente são consideradas pessoas agradáveis de se conviver.

Qual você quer ser? Alguém carismático (já falamos desse assunto em texto recente), atraente, que todos se sentem bem com sua presença, ou uma pessoa ranzinza, chata, inflexível?

Como sempre, considero este meu espaço pessoal (e também coletivo) de escrita uma experiência para falar de temas que precisam ser trabalhados em mim e que através dele possam chegar a alguém e ajudar, possibilitar reflexões e fortalecer o ser humano em busca de uma vida melhor.

A maturidade não acontece da noite pro dia. É um processo lento e gradativo. Mas para que ela aconteça, é preciso ter disposição e vontade. A cada dia que passa, nos vemos em situações diferentes e nossas reações também são diferentes. Porém, a forma de resolver ou passar por estas situações nos faz perceber se estamos amadurecidos ou não.

Portanto não sou maduro. Entretanto, estou em processo de crescimento e busco um dia completá-lo. Mas quando será isso, meu Deus? Por que ainda temos que sofrer e conviver com nossas limitações, frustrarmos e sentirmos tanto pelas frustrações. Aprendizado… aprendizado… aprendizado… O que posso completar ou acrescentar, ou melhor, concluir das reflexões de Gikovate é que maturidade é aprendizado. Pode-se dizer até processo corretivo, pois é errando que se busca corrigir-se e nos corringido é que crescemos.

Fica a dica para quem quiser assistir ao vídeono canal do Dr. Flávio Gikovate:

https://www.youtube.com/watch?v=dAVU4oAYYA4

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