Meus caros amigos, meus caros leitores. Estou aqui pedindo desculpas a vocês pela ausência nos últimos dias no meu blog. Peço desculpa, principalmente, ao Alexandre Brandão, que tem uma pauta, uma entrevista já realizada e pronta para publicar, mas que ainda não pôde ser concretizada. Justifico que estou prestando um processo seletivo difícil – depois que sair o resultado eu conto – e que por isso somente a partir do dia 15 de dezembro o blog sairá do modo stand by e aí ele vai bombar, com muitas histórias, porque vocês sabem, contar histórias é com a gente. Mas nem por isso os capins deixarão de crescer e em breve serão capinados e teremos um lindo jardim – o meu blog. Aproveitem esse tempo para lerem as centenas de matérias interessantes que já escrevi nesse tempo todo para vocês. Brindo-os com um poema de minha preferência. Danilo Vizibeli.

Reinvenção (Cecília Meireles) A vida só é possível reinventada. Anda o sol pelas campinas e passeia a mão dourada pelas águas, pelas folhas. . . Ah! Tudo bolhas que vêm de fundas piscinas de ilusionismo… – mais nada. Mas a vida, a vida, a vida, a vida só é possível reinventada. Vem a lua, vem, retira as algemas dos meus braços. Projeto-me por espaços cheios da tua Figura. Tudo mentira! Mentira da lua, na noite escura. Não te encontro, não te alcança… Só – no tempo equilibrada, desprendo-me do balanço que além do tempo me leva. Só – na trevas fico: recebida e dada. Porque a vida, a vida, a vida, a vida só é possível reinventada.