Foi amor à primeira vista. Olhei sem querer no meio de tantas mulheres, mas foi ela quem me fascinou. Aquele corpo, aquele olhar, aquele jeito sereno de andar. Ela era a segunda parte que faltava em mim. Foi uma sensação estranha. Conversamos um pouco e ela se apresentou para mim. Disse o seu jeito de ser, disse como gostava que a tratassem e disse até as qualidades que a encantavam em um homem.

“Era a mulher da minha vida” – pensei. Achei estar ficando louco, sonhando ou quem sabe voltando de um estado de coma. Acabou a nossa conversa e nos despedimos com um beijo no rosto. Vi, então, que não era sonho nem alucinação, existia mesmo. Nem sei onde estava, nem quando era. Sei que ela estava ali e eu fumegante de paixão, nervoso como acontece em todo novo encontro.

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Marcamos para nos encontrarmos outras vezes e fomos nos conhecendo cada vez mais. Eu estava tão admirado por ela que nem lhe perguntei o seu nome, até que em um dos nossos momentos juntos ela disse: “Não sei se você quer saber, mas me chamo Sarah”. Meu coração parecia sair pra fora. Mas por quê? Só por estar ouvindo um nome? Sei lá o que foi. Disse o meu repentinamente, no meio de uma conversa qualquer.

Essa paixão, essa loucura não comedida do amor dura até hoje. Vamos ficar noivos o mês que vem e quem sabe daqui uns oitos meses ou um ano talvez, possamos nos casar?

Você meu amigo (a), leitor (a), você já está convidado para o nosso casamento junto com vossa família. Ou melhor, quero que você e quem estiver do seu lado sejam meus padrinhos. Só que tenho uma coisa a te dizer: Sarah eu nem sei quem é.

Danilo Vizibeli

PS: E aí tem um palpite de quem seja Sarah?

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