Ao ler em todas as obras espíritas, espiritualistas e religiosas que somos o que pensamos, e que no plano espiritual ao pensarmos acontece, eis a necessidade de policiar nossos hábitos.

Quando nos ligamos a uma pessoa dizendo amá-la, mas sem sabermos ao certo, o que é esse sentimento poderoso, estamos trazendo todas as angústias, dúvidas e anseios que estão no espírito dessa pessoa a nós mesmos. E a libertação não acontece, somos escravos, vampiros desta pessoa e também vampirizados por ela.

É preciso ser um pouco “egoísta” no processo de evolução e pensar em nós, em nossa evolução, em nossa formação e continuar investindo nelas se ainda não somos capazes de nos relacionarmos ao ou com o outro

A primeira meta é colocar Deus em nossos coração; a segunda conhecermo-nos a nós mesmos, e a terceira, aí sim, nos dispormos aos outros amando-os como a nós mesmos, pois aí já nos conhecemos o suficiente para amá-los como a nós mesmos.

Danilo Vizibeli

9 de fevereiro de 2013

19h00

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